Fotografia digital impressa em canvas, 29,7 x42 cm
EAV Parque Lage (2023)

Ponteiro acende o gesto da urgência e afirma a única posse possível: a boca do agora. Imagem e objeto se cruzam, deixando o sígno instável, cortante. O punhal aponta de volta. Pelos olhos das Ìyá Mi, é esse o instante que se afirma.
O último recurso — a ponta de faca. O que corta também abre caminho.
(adaptado de “Ela quebra feitiço: Pombagira como arquivo do sensível, dissertação de mestrado PPCult UFF (2025)