“Folia” – fotografia digital (2025) políptico
Na série Folia, a nitidez escapa. Da representação, apenas o rastro da presença, transbordando o sentido — arqueografia do movimento que se manifesta no entremeio de tecido e cor, captura do instante em que o corpo escapa para o gesto brincante: um jogo entre forma e fluxo.
O lúdico como território político e existencial onde o corpo se insubordina. Pele intermediária. Estado de trânsito. Saturnália.
E o que se deixa senão um rastro de luz?




