Autor: Liège Santos
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Central
Entre os impulsos de circular e pertencer, a obra reúne cinco trabalhos de Liège Santos, nos quais a memória de arquivo desliza para outras superfícies, fazendo o passado reverberar no presente. Nesse trânsito, a presença nunca se oferece de modo pleno; se fragmenta entre lacunas e interrupções. Central se afirma, assim, como uma negociação contínua…
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statement
Impressão é o que resta da pressão entre superfícies que se enfrentaram. As marcas dessa disputa têm em si a natureza transitória dos vestígios, falando tanto da ruína quanto da transformação. Um contágio. Uma conversão. É esse híbrido que fala agora, autorizado por suas feridas/signos e, portanto, quer avançar. Modifica o espaço, reivindica o lugar…
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Der Greif Issue 19 – pre order
Guest-edited by visual activist Zanele Muholi with support from the Alexander Tutsek-Stiftung Der Greif Issue 19 asks what environment means when we stop seeing it as something outside of ourselves, as suggested in Muholi’s words “You are the environment. Your body is a landscape, your face a geography, your breath an atmosphere.” Guest-edited by Zanele…
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Aparição como método de pesquisa em Artes

Desenvolvo o conceito de Aparição compreendendo um conjunto de processos experimentais e imagéticos que desafiam perspectivas hegemônicas e reivindicam um campo estético-filosófico contracolonial. Atuando fundamentalmente como uma dinâmica de memória coletiva, a Aparição opera uma metodologia de insubordinação à ordem imposta. É o espaço onde a investigação em arte atua diretamente na reconstrução do simbólico,…
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De Bala em Prosa

O que dizer diante do permanente genocídio negro cometido pelo Estado brasileiro? Como descrevê-lo? De que maneira expressar a justa revolta pelo rastro de sangue que os projéteis oficiais deixam nas periferias das grandes cidades? De bala em prosa reúne textos de autores e autoras negras. São pessoas diretamente impactadas pela escalada da violência fardada…
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Omolu e as semânticas da morte; Revista Desvio nº 18, pag 26 a 38

O artigo debruça-se sobre Omolu e o repertório de significações que circundam essa divindade, elaborando uma discussão sobre o sentido da transitoriedade da existência. Para tanto, ancora-se na visualidade, utilizando a semiótica greimasiana como método para explorar as camadas simbólicas presentes em representações artísticas que tratam dos eventos de vida e morte em contextos culturais…