Entre os s impulsos de circular e pertencer, a obra reúne cinco trabalhos de Liège Santos, nos quais a memria de arquivo desliza para outras superfícies, fazendo o passado reverberar no presente. Nesse trânsito, a presença nunca se oferece de modo pleno; se fragmenta entre lacunas e interrupções Central se afirma, assim, como uma negociação contínua — tensão entre deslocamento e permanência, memória e esquecimento, herança e destino



